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Temperatura, probabilidade
de chuva, umidade relativa do ar e condições
do tempo na cidade
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| Ilustração Previsão
do Tempo |
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Resumo geral sobre o clima na cidade
Águas de Lindóia se resume em ar puro, clima
agradável, superfície
montanhosa, cercada de maravilhas naturais e rica em nascentes
de águas
minerais. Com 945
metros de altitude média, a cidade está localizada
ao fundo de uma pequena bacia, cercada por picos e morros,
atingindo 1.400 metros de altitude no
Morro do Pelado, o
principal acidente geográfico.
A pressão atmosférica é de 670MMHG.
O ar seco, com altas taxas de oxigênio, possui ação
tonificante e sedativa ao organismo. A
cidade tem em média,
300 dias de sol por ano.
Temperatura
Média anual: 26º graus
Junho: esporadicamente de 05º a 06º graus
Junho a Julho: 16º a 20º graus
Previsão completa para os próximos
5 dias
Visite Águas de Lindóia o ano todo sem ter
problemas com o tempo!
Algumas dicas interessantes -
A água e as mudanças climaticas
Diante de tantas mudanças climáticas,
o que pode acontecer ao Brasil, no que diz respeito à água?
Tentando ampliar o grau de reflexão sobre tal questionamento,
digo o que não vai acontecer, mas, sim, o que já está acontecendo.
As conseqüências das mudanças climáticas
são inúmeras e já estão sendo
sentidas na pele. A mídia mostra-nos enchentes, tempestades,
chuvas fortes em algumas regiões. Já em outras,
temos secas, falta de água potável e perda
das lavouras por falta de chuva.
O que tem sido consenso e divulgado por muitos cientistas
(a partir de inúmeros estudos apresentados) diz que
mesmo o Brasil, que possui boa parte da água doce
e potável do planeta, terá sérios problemas
a respeito desse sagrado e essencial liquido e, também,
na produção de alimentos.
Hoje, boa parte das cidades de médio e grande porte
já tem problemas com o abastecimento de água.
Muitas já estão buscando água, através
de extensas tubulações.
Mesmo diante desse quadro, o problema hídrico só tem
ampliado. As empresas de saneamento básico, que são
sérias, trabalham na busca da eficiência, na
eficácia de suas ações, em relação à melhoria
de redes de distribuição e no tratamento dos
dejetos. Entretanto, isso é válido, mas não
basta. Tem que haver um engajamento de toda a sociedade em
prol da conservação dos recursos hídricos.
A população que, de certa forma, é a
maior interessada, ainda não tem feito a parte que
lhe cabe. Muitas pessoas acreditam que a água é um
recurso natural infinito que pode ser renovado, ou seja,
nunca irá faltar.
Certo dia, conversando sobre a possível falta de água
no mundo, um cidadão disse-me que não economizava água
porque não havia um estímulo financeiro para
a economia da mesma. Ele disse que gastava 6 mil litros/mês
e pagava por 10 mil litros/mês. Diante disso, achava
mais prudente lavar a calçada e regar as plantas todos
os dias, para, assim, gastar “seus” 10 mil litros/mês
(ele acreditava ter direito de gastar os 10 mil litros no
mês, já que pagaria pelos mesmos). Este é o
típico pensamento sem nexo e consciência ambiental.
As pessoas deveriam olhar o seu consumo em quantidade de
litros e não o valor da conta em reais. A taxa mínima
foi criada, pensando em uma economia de escala (tornar viável
a distribuição e cobrança da água
em todas as residências) e não para ser consumida
de forma integral.
Como sugestão: Talvez, se as empresas de saneamento
básico criassem concursos na forma de sorteios eletrônicos
para aqueles que economizarem a água mês a mês,
conseguiriam obter bons resultados na redução
do consumo. Por exemplo: na conta de água de um determinado
cidadão houve um decréscimo de 5% no consumo
de litros se comparado com a média dos últimos
três meses, então, esse cidadão concorreria,
automaticamente, a um carro popular zero quilômetro.
Outra idéia é ter mais taxas de diferenciação
de consumo.
Outro ponto a ser lembrado é a forma de cobrança
de água nos condomínios que possuem a conta
coletiva. Essa é uma forma totalmente errada de distribuir
e cobrar a água, pois os condôminos sempre pensam
que não vale a pena um esforço para economizar água,
uma vez que seus vizinhos estão gastando a água
em excesso e ele estará pagando por esse uso. Hoje,
deve haver um esforço dos síndicos e síndicas
para individualizarem a distribuição e cobrança
da água.
Conservar cada litro de água que já está presente
na rede e nos reservatórios é mais barato do
que extraí-lo da natureza. Pensando no futuro e na
possibilidade de um “estresse hídrico”, é viável
e prudente a conservação do que ainda temos
por perto.
Infelizmente, no Brasil, ainda há uma política
voltada para as “megaobras” e não para
a conservação dos recursos hídricos
de forma simples, como, por exemplo, programas de educação
ambiental desenvolvidos nas escolas que sensibilizem as crianças
para a redução e otimização do
uso da água. O aproveitamento da água da chuva
também é uma ação interessante
a ser feita. Há condomínios que já possuem
cisternas que recolhem a água para regar os jardins
e lavar o pátio.
Atualmente, há discussões sobre a cobrança
pelo uso da água, porém essa polêmica
não está avançando como deveria. O tratamento
e o reuso da água também deveria estar em pauta
nas discussões. Nota-se que boa parte da população
está omissa a esse respeito.
Portanto, as mudanças climáticas estão
ocorrendo e a água, que é o recurso natural
que nos garante a vida, também sofre os efeitos dessas
mudanças. Temos que conservá-la, ainda mais,
do contrário estaremos contribuindo para o extermínio
da vida no Planeta Terra.
* Marçal Rogério Rizzo: Economista, professor
universitário, especialista em Economia do Trabalho
pela Universidade Estadual de Campinas/SP. (UNICAMP), especialista
em Gerenciamento de Micro e Pequenas Empresas pela Universidade
Federal de Lavras/MG. (UFLA), mestre em Desenvolvimento Econômico
pelo Instituto de Economia da UNICAMP e doutorando em Dinâmica
e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio
de Mesquita Filho (UNESP) Campus de Presidente Prudente (SP). |