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Postado por dill casella em quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Chego para palestrar aos colaboradores do SBT. Irei abordar Atitudes e Mudanças Comportamentais! Olho aquela estrutura, quantidade de veículos, cenários, estúdios de gravação e minha mente viaja ao passado...
Chego para palestrar aos colaboradores do SBT. Irei abordar Atitudes e Mudanças Comportamentais! Olho aquela estrutura, quantidade de veículos, cenários, estúdios de gravação e minha mente viaja ao passado... Acho que era 1979. Eu tinha onze anos e estava na quinta série do primeiro grau...Você que está lendo e tem menos que trinta, está me compreendendo? Tá bom, eu explico: eu estava no atual sexto ano do ensino fundamental. Estudava numa escola estadual que ostentaria o nome do nosso primeiro santo: Frei Antonio Santana Galvão.
Tinha orgulho da minha escola, respeito em dias de cantar o hino nacional, usava fitinha amarela em setembro e o bolso com o brasão era cuidadosamente costurado no avental mais que zelado pela minha mãe. No “Frei”, como carinhosamente chamávamos nossa escola, dei meu primeiro beijo, fiz minha primeira análise sintática, minha primeira equação de primeiro grau e de onde tenho bons amigos até hoje! Lá, além de aprender matérias convencionais, tive contato com pessoas e situações que me serviram de base para o jogo da vida! Nossa escola tinha sido convidada a participar do programa Domingo no Parque, que na época acontecia na antiga TVS – Canal 4. O programa era uma competição entre escolas (normalmente escolas públicas) com vários quadros envolvendo desde perguntas e respostas a gincanas esportivas. Uma das gincanas era a de uma “bola gigante”, disputada por time de três ou quatro garotos, que duelavam usando uniformes dos times paulistas para empurrá-la dentro de um gol minúsculo. Em nossa época, infelizmente o ensino público já não tinha a qualidade das escolas particulares, no entanto, alguns valores individuais se sobressaiam à grande maioria de professores. Um deles, o Celso, era nosso professor de educação física. Celso era mais que um professor! Era um verdadeiro “coach” de basquetebol. Ensinava fundamentos, posicionamento em quadra, jogadas ensaiadas, táticas, etc. Lógico que, para as competições esportivas para o programa de TV, Celso foi consultado. E, para a da “bola gigante”, sabiamente, escolheu um time de garotos altos e munidos de certa visão de espaço em quadra. Eu era do time de basquete da escola e fui um dos escolhidos! Lembro-me que ao chegar ao teatro, nos entregaram camisas do Santos Futebol Clube. Confesso que ficaram ligeiramente curtas, mas nessa competição o Santos era Frei Galvão e juraríamos ser santistas até a morte (naquele momento...). Antes de começarmos a partida, nos deparamos com nossos adversários. Todos minúsculos, fraquinhos e sem a menor condição competitiva. Por um minuto ficamos felizes, com a certeza da vitória e que levaríamos nossas bicicletas Caloi para casa. Uma bicicleta na época era coisa de herdar do irmão mais velho, ganhar em rifa ou implorar no Natal para o pai trazer do Mappin, com carnê de vinte e quatro prestações... Fato é que a produção do programa percebeu o disparate e saiu em disparada pela platéia para recrutar representantes na torcida do Frei Galvão... Em minutos estávamos sem as camisas do Santos, acompanhando num monitor de dez polegadas, os membros de nossa torcida dando uma lavada no outro time. Choramos....Choramos um mix de alegria e frustração. Nossa escola venceu e os garotos que foram somente para torcer ganharam a bicicleta... E, no meio do choro, passa por nós Silvio Santos!! O homem do Baú, para por um instante. Olha para nós e continua sua jornada em passos largos rumo ao camarim. Em seguida, chega um produtor presenteando pacotes de tênis Montreal para todos nós! Não foi por dó, não. Silvio Santos sabia que éramos tão fieis a ele, que jamais poderia provocar frustração naquele grupo. Foi marketing mesmo! Dos bons! Silvio Santos tem uma luz diferente! Pelo menos para mim, sempre teve. Quando menor ainda, ia à casa da minha avó para passar o domingo e lá estava ele, das onze da manhã às nove da noite. Do Domingo no Parque ao final do Programa de Calouros. A música do final do Programa de Calouros era um tédio. Não, não pela segunda feira que se aproximava, mas pelo término do contato com aquele incrível comunicador!! Voltando aos dias de hoje e à palestra no SBT, quero dizer que tudo transcorreu de maneira esplendorosa! Uma experiência dignificante com um grupo de astral superior!! Pude claramente sentir quão intensa brilha a luz desse homem! Ouvi de seus colaboradores somente palavras de admiração e, principalmente, referências do quanto sua imagem o faz um dos principais líderes empresariais no Brasil. Silvio Santos ama o que faz e deixa isso muito claro. É um homem sério e ao mesmo tempo descontraído. É focado, envolvente e convicto dos reflexos de suas decisões. Essas virtudes, quando percolam a estrutura de uma organização, trazem excelente clima e resultados surpreendentes. Uma organização é o espelho do seu líder. Estar bem no IBOPE, buscar melhorias, são ações vitais, é claro. Ser a TV mais feliz do Brasil também! Isso é muito mais que puro marketing! É fruto da atitude de um líder que faz a diferença...de um grande líder chamado Silvio Santos!! Dill Casella
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Postado por dill casella em quarta-feira, 23 de junho de 2010
Note que somos invadidos por ofertas de cursos, especializações, pós graduações, mestrados, etc. Muitos deles com o propósito de agregar, compartilhar conhecimento, fomentar novas cabeças para a construção do futuro. Outros, nem tanto...
Note que somos invadidos por ofertas de cursos, especializações, pós graduações, mestrados, etc. Muitos deles com o propósito de agregar, compartilhar conhecimento, fomentar novas cabeças para a construção do futuro. Outros, nem tanto... Somos avaliados, em tese, pela formação, experiência e pelo grau que atingimos em nossa escolaridade, principalmente quando estamos buscando recolocação profissional. Portanto, o primeiro corte de um recrutador, faltamente sempre será baseado nos títulos que obtivemos até então e, lógico, pelos diplomas conquistados. Ainda bem que a história não para por aqui...em uma entrevista é que mostramos quem efetivamente somos, o que pensamos e a quantas anda nossa carga de conhecimentos. Essa carga de conhecimentos, atrelada à nossa maturidade emocional, imprime nosso DNA Corporativo e Empreendedor e, consequentemente, nos qualifica ou não para uma atribuição. Erros de classificação são clássicos! Já acertei e errei muito ao contratar para as equipes que construí. A maturidade emocional durante a entrevista pode não representar a maturidade de fato de um colaborador. O difícil é descobrir isso meses depois...Ou corrige-se o rumo ou a colisão é inevitável (o que também pode representar crescimento para todos!). Por outro lado, você pode entrar com a melhor das intenções como colaborador de uma corporação e sentir que a realidade é bem diferente daquela expressada na entrevista pelo seu empregador. Muitas vezes ocorre o superdimensionamento da parte do empregado e o paraíso não é tão ensolarado... Com tudo isso, quero lhe dizer, caro leitor, que títulos e diplomas são extremamente importantes, mas jamais se esqueça: você é e será sempre cobrado por resultados, fruto de seu intelecto e de seu esforço físico e mental (salvo cargos e ascensões meramente políticas...argh!). A boa notícia é que você pode preparar-se e evoluir consideravelmente seus argumentos e conhecimentos sobre qualquer assunto! Qualquer mesmo!! Olhe a sua volta. São cerca de 25 livros, em média, os melhores de determinado assunto. Se você comprometer-se em lê-los e estuda-los, logicamente que não será um "diplomado no assunto", mas falará de igual para igual ou até melhor que muitos matriculados em determinados cursos (falo sobre as pessoas que somente focam em possuir o título do curso). Aproveite o rush, as viagens, o ônibus até o trabalho, o horário da novela ...Crie "expertise" em algo que lhe conceda valor! Seu valor deverá será reconhecido pelo seu líder! Em seguida, a empresa que você trabalha saberá reconhecer em você um grande potencial de desenvolvimento e crescimento... Se nem o líder, nem sua empresa conseguirem enxergar isso, talvez seja hora de você testar o quanto o mercado está lhe reconhecendo! E preste atenção nisso: o mercado está consumidor e ávido por talentos reais! Você pode até surpreender-se com o potencial de torque de seu motor! Abasteça-se de conteúdo! Dill Casella
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Postado por dill casella em sexta-feira, 21 de maio de 2010
Os esforços para vender são monstruosos! Campanhas e mais campanhas, verdadeiros exércitos nos telemarketings ligam suas metralhadoras vocais diariamente! Florestas inteiras são devastadas para fabricação de matéria prima para folders, cartazes, etc.
Os esforços para vender são monstruosos! Campanhas e mais campanhas, verdadeiros exércitos nos telemarketings ligam suas metralhadoras vocais diariamente! Florestas inteiras são devastadas para fabricação de matéria prima para folders, cartazes, etc.
Carros e motos de som reproduzem insuportáveis sons e campanhas que muitas vezes não desejamos ouvir, mas somos obrigados... Enfiam-nos jingles tímpanos abaixo que, muitas vezes até cantamos sem desejarmos! Lavam nossos cérebros!!
A internet é a bola da vez! Todos conectados, navegando e “trombando em spams” e anúncios virtuais... E viva os programas de busca!! Viva o e-mail marketing!!
Na TV (aberta e fechada), as cifras são milionárias!! A Rede Globo vai faturar R$486 milhões nas seis cotas que vendeu para a Copa do Mundo: Coca-Cola, Ambev, Olimpikus, Oi e Fiat.
Continuando no clima de Copa do Mundo, a Seleção Brasileira de Futebol já tem três vezes mais patrocinadores do que na última edição do mundial. São dez contratos fechados e um em negociação. A arrecadação deve chegar a US$ 200 milhões em contratos de patrocínio este ano. Estarão com a Seleção: Vivo, Nike, Itaú, AmBev (que além de ter também comprado cota com a Rede Globo, tem contrato com a FIFA. Estrategicamente, estão bloqueando a presença da concorrência!) e o Frigorífico Marfrig - que comprou a marca Seara, além de Volkswagen, TAM, Gillette, Pão de Açúcar e Nestlé.
Que fique bem claro: não sou contra publicidade! Uso várias dessas estratégias para vender minhas palestras e treinamentos!
Quero falar da presença depois da venda. Em muitos mercados, o giro é tão, tão grande que isso importa muito pouco... Talvez no seu, no meu e em tantos outros, isso não seja realidade...
Quero lembrá-lo da importância de manter um cadastro ativo com seu cliente muito mais “ligado e vivo" que uma planilha de Excel! Se você estiver pensando além do cadastro, num relacionamento, avançamos.
Conheço empresas que, através de um sistema atualizado e extremamente diversificado (CRM e outros dispositivos) sabem até dos hábitos gastronômicos e esportivos de seus clientes! E mais: sabem quem são os adversários (clientes dos clientes em muitas vezes), bem como os resultados das partidas de tênis do final de semana. Paparazzis corporativos? Pode ser, mas funciona que é uma beleza!!
Se a intenção for além da simples relação de compra e venda e se seus olhos estiverem sob o foco do cliente, avançamos muito!! O que será que o cliente do cliente faz? Como eu posso colocar minha inteligência, meu departamento de P&D para pensar em algo lá na ponta da cadeia e que eu possa agregar de onde estou?
Muitas vezes o cliente nem sabe o que quer, mas sabe muito bem o que não quer! E ai não adianta martelar na mesmice...Abra os olhos!
Caro profissional da área comercial: jamais se satisfaça com uma única venda! Agregue, diferencie-se, inove, seja teatral, assuma outra postura! Cobre isso também de seu líder, do dono da empresa, do seu colega ao lado! Lembre-se: é fácil colher frutos ao alcance das mãos!!
Dill Casella
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Postado por dill casella em quarta-feira, 24 de março de 2010
Se eu vendo relógio, principalmente relógio de pulso, jamais o cliente irá comprar a hora certa, jamais o controle do tempo!
Se eu vendo relógio, principalmente relógio de pulso, jamais o cliente irá comprar a hora certa, jamais o controle do tempo!
Quando eu vendo treinamentos e palestras, o cliente nem imagina comprar somente conhecimento: ele já está pensando quando e onde poderá usar tal conhecimento, a tal "sacada", o "pulo do gato", etc. em benefício DELE! Ele pensa incansavelmente em seu CRESCIMENTO PROFISSIONAL E PESSOAL.
Imaginando estar vendendo numa loja de celulares, viaje comigo a cada pessoa que entra no estabelecimento. Permitir comunicação, independente de serem pré ou pós pagos, todos fazem... Fotos, filmagens, TV acoplada e outros tantos recursos são diferenciais atuais significativos. A decisão por um ou outro modelo, dentro de uma categoria de preço da realidade de cada comprador, é puramente emocional. “Qual modelo é mais condizente com minha personalidade? Qual elevará minha auto-estima? Qual transmitirá o ! quanto sou bem sucedido?”
Lembro-me do lançamento do Star Tac da Motorola nos anos 90! Quem desfilava com tal modelo na cintura era visto como profissional de destaque ou empresário de sucesso!! Abrir o flip do Star Tac, puxar sua anteninha era quase um ritual hollywoodiano! Paquerar com o celular na mão, mordendo a anteninha era comum nos bares das grandes cidades...Paquera analógica!!!
Voltando ao relógio de pulso, todos informam hora e data. Alguns despertam, cronometram, fazem cálculos, etc. Então qual o grande diferencial entre tantos modelos? O grande diferencial é a sensação que passa ao seu dono, de poder, uso de determinada marca, elegância atrelada ao seu estilo e, acima de tudo, status!
Interessante essa reflexão! Muitas vezes os profissionais da área comercial durante o processo de venda, de oferta e até negociação, ficam somente fundamentados no produto! Em outras, caem nos “Ps” de preço, prazo e "chafurdam" num mundo raso de poucas argumen! tações, poucos apelos, quase nada de benefícios e associações que agregam valor e despertam sonhos e interesses ocultos.
As associações que agregam são aquelas que fazem o momento mágico da venda ganhar um brilho inigualável. Imagine uma loja de cosméticos. Se o vendedor focar a venda somente nos produtos, certamente terá pouquíssimos resultados se comparado ao profissional que "joga o jogo do comprador". Este sim, acompanha os sonhos do interessado, chega até a vivenciar sua história e muitas vezes a "esperança" de um resultado! O resultado do creme emagrecedor, de um aroma diferente para uma noite especial, de uma nova cor de cabelos e por ai vai...
Caro profissional de vendas: você tem a obrigação de despertar emoções! Você tem a obrigação de resgatar âncoras adormecidas em seu interlocutor e deixar de vender somente produtos e serviços! Pense com a cabeça do comprador e vá além do benefício que o objeto da venda carrega! Avance para as sensações, percepções, status e auto-estima de quem está ! à sua frente!
Surpreenda-se com o que você vai obter!
Surpreenda-se pela maneira como a paixão e a alegria pelo que você faz vai tomar conta de você!
Surpreenda-se com a habilidade em saber içar suas velas! Dill Casella
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Postado por dill casella em segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Rotina! Quanto ela tem imposto restrição ao seu espírito criativo? Faça o mesmo e irá obter sempre o mesmo resultado!
Então eu sugiro duas coisas:
Rotina! Quanto ela tem imposto restrição ao seu espírito criativo? Faça o mesmo e irá obter sempre o mesmo resultado!
Então eu sugiro duas coisas: ousadia de mudança e uso do subconsciente a seu favor.
Usar o subconsciente significa estimular seu lado “viajandão” para que as respostas possam fluir. É o que uso em meus treinamentos e chamo de Hellmann’s Air Lines: é o popular “viajar na maionese”! A coisa parece ser um pouco sem nexo, mas funciona!
Geralmente ao fazermos a barba, tomarmos um banho, apreciarmos uma taça de vinho, desfrutarmos do calor de uma lareira ou até mesmo dirigindo, nos desconectamos da rotina e de “pré-conceitos”. Eliminamos barreiras de julgamentos sociais e afloramos o espírito criativo.
São momentos mágicos onde as respostas e as soluções afloram! Pode começar com aquela parada estratégica para um café e então levantamos vôo!! Que vôo sublime o da criatividade sem limites!
Vale ressaltar que estes deverão ser simplesmente momentos de permissão do afloramento do subconsciente. Viver constantemente desta forma passa a ser perigosíssimo...É o mesmo que viver em um mundo alternativo, somente utópico! Mundo fluídico!
Quanto à ousadia de mudança, refiro-me a ir além das regras impostas, muitas vezes aprimorando-as, outras simplificando e até questionando o porquê de as coisas necessariamente serem como são realizadas.
Lógico que questionar por questionar é estranho e não leva a nada. Por outro lado, questionar com propósito de melhoria, de aperfeiçoamento é super saudável!
No “apagão” de energia de alguns dias atrás, se você estava acordado, em casa, pensou em algo diferente? No restaurante, no bar, na rua, além da preocupação com a violência e com a exposição a algum tipo de risco, poderia ter usado tal momento para despertar o espírito criativo?
Sem energia elétrica, sem internet, à luz de velas, o que passou em sua mente? Como poderia ter aproveitado melhor tal momento singular?
Não espere o próximo apagão (sim, eles irão acontecer com mais freqüência que você imagina...) para ousar e usar o subconsciente a seu favor. Faça agora e interceda em seu caminho!
Que Papai do Céu lhe acompanhe em sua trajetória! E que você esteja no leme, sempre!!
Dill Casella
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